A terceira noite de desfiles do Grupo Especial do Rio seguiu o ritmo alucinante da Sapucaí — aquela intensidade que só quem já pisou lá sabe.
Mocidade Independente de Padre Miguel
A Mocidade abriu os trabalhos com o enredo “Voltando para o futuro, não há limites para sonhar!”. Foi como embarcar numa viagem intergaláctica, cheia de efeitos visuais, alegorias futuristas e aquele samba pulsante que só a bateria ‘Não Existe Mais Quente’ sabe entregar. O desfile provocou: pra onde estamos indo? E até onde nossos sonhos podem nos levar?






Paraíso do Tuiuti
Depois, o Paraíso do Tuiuti trouxe “Quem Tem Medo de Xica Manicongo?”, contando a história de Francisco Manicongo, considerado a primeira travesti do Brasil. Um desfile potente que mergulhou nas lutas contra a opressão, com alas impactantes e um samba-enredo forte, fazendo ecoar a resistência pela avenida.







Acadêmicos do Grande Rio
Na sequência, a Grande Rio veio com “Pororocas Parawaras: as águas dos meus encantos nas contas dos curimbós”, inspirado na música de Dona Onete. O desfile misturou lendas da Amazônia, com seres encantados surgindo no encontro das águas, enquanto o público vibrava ao som contagiante da bateria.








Portela
Pra fechar a noite, a Portela emocionou com “Cantar será buscar o caminho que vai dar no sol”, uma homenagem a Milton Nascimento. O desfile celebrou a música e a poesia do artista, com alegorias que pareciam traduzir suas canções em cor e movimento — e as águias, claro, fizeram seu voo marcante.
Foi mais uma noite intensa, onde cada escola trouxe sua verdade pra Sapucaí — dos futuros imaginados às memórias vividas — e o Carnaval provou, mais uma vez, que vai muito além da folia.











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